
domingo, 21 de novembro de 2010
Virilidades verbais...

quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Olhos em bico...
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Vivem para servir...
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Vamos fazer amigos...
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Sondas e Orçamentos...
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Vinicultura não deixa de ser cultura...
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
A Arca de Noé aportou em Lisboa...
sábado, 18 de setembro de 2010
O próximo seleccionador...
Carlos Carvalhal: O estudioso do futebol viu a sua candidatura a seleccionador ser reforçada desde que se transformou em comentador de futebol na RTP, e passou a beneficiar dos ensinamentos desse “monstro” do futebol chamado Luís Freitas Lobo. E chamo-lhe monstro porque da maneira como ele fala de futebol, até parece que este desporto é um bicho de sete cabeças. Carvalhal também só fala em linhas, em blocos e em basculações, linguagem que será mais apropriada a Engenharia Civil do que ao Futebol, sendo certo que a maior parte dos jogadores da Selecção não o conseguiriam entender. Já os do Marítimo e do Sporting não tinham conseguido. Tem a seu favor uma fraquíssima passagem pelo Sporting, precisamente o mesmo critério que levou à escolha de Queiroz. Sendo um homem do Minho, domina perfeitamente o Malhão e a breve passagem pela Grécia tornou-o habilitado no famoso e exigente “Hassápico”.
Jaime Pacheco: Tem no seu currículo um campeonato nacional pelo Boavista, sendo um grande especialista na chamada táctica da “pancadaria de criar bicho”, muito semelhante ao 4-3-3. Filósofo e pensador do futebol, tem como expressões de marca alguns tesouros modernos, tais como “ faca de dois legumes” e “bodes respiratórios”. Consegue dizer mais palavrões por jogo que o próprio Bruno Alves, o que facilitará a tarefa ao Laurentino Dias caso as coisas não estejam a correr tal como ele pretenderia. Com tanto palavrão e com aquela personalidade encantadora, o secretário de Estado arranjará facilmente um caso extremamente sério e grave para abrir um processo disciplinar. Grande apreciador dos Pauliteiros de Mirandela, viu o seu currículo enriquecer com as passagens por Espanha e pela Arábia Saúdita, tornando-se um erudito em Zarzuela e em Ardha.
José Couceiro: Teria no seu currículo uma Taça de Portugal neste momento, se não tivesse sido guloso e trocado esse grande clube chamado Setúbal pelo Porto a meio da época 2004/2005. Teve mais olhos que barriga e acabou por não ganhar nada. Ou seja, em termos de currículo está ao nível da nossa Selecção. Já trabalhou para a Federação e, como tal, tem perfeito conhecimento da porcaria que por lá existe. Pode-se considerar um homem da casa. Um aspecto positivo a reter: na época 2005/2006, mesmo tendo o melhor marcador do campeonato, Couceiro conseguiu a proeza de descer o Belenenses de divisão, mas acabou por se salvar na secretaria. Ora, mesmo que não nos apuremos directamente para o Europeu, com Couceiro talvez ganhemos algum processo na secretaria. Pode haver algum “Mateus” na Dinamarca. Dança o Fandango desde os 3 anos. Com a passagem pela Lituânia, Couceiro aprendeu Suktinis e, mais tarde, na Turquia aprendeu Zeybek, que dança maravilhosamente em noites de lua cheia.
José Mourinho: “Il speciale” está na mira de Madaíl para vir treinar a Selecção em part-time no mês de Outubro. Também eu queria um part-time destes mas nunca encontrei nada parecido nos Classificados. Estamos a chegar ao cúmulo de mendigar ao mais recente D. Sebastião para aparecer por cá e nos salvar desta encruzilhada. Muito mal estamos nós quando a única solução que dizem que temos é chamar o Super Mourinho, o novo Jesus Cristo. Se Mourinho já era super arrogante, mesmo no que diz respeito ao país, agora é que ninguém o vai calar. Vai achar-se ainda mais “especial” porque vê que em alturas de crise o principal responsável pelo futebol português lhe vai bater à porta com a corda ao pescoço, pronto a beijar os pés ao “Speciale”. No fundo, Madaíl reencarna a figura de Egas Moniz, só que em vez de ir a Toledo vai a Madrid pedinchar. E assim do nevoeiro surge aquele que será o candidato mais forte. Mas o público será soberano e se os amigos de Mourinho não ligarem para votarem nele, o “especial” pode muito bem perder. Especialista no Corridinho, Mourinho aproveitou as passagens por Inglaterra, Itália e Espanha para se pós-graduar em dança Morris, Napolitana e em Paso Doble.
Luis Aragonés: Outro candidato de peso a seleccionador e que tem no currículo um Campeonato da Europa. Como Portugal só chegou a vice-campeão europeu, pode-se efectivamente comparar Aragonés aos muitos licenciados que se candidatam a empregos que exigem habilitações literárias muito abaixo das que eles possuem. Além disso, seria engraçado ter um seleccionador que nasceu antes da 2ª Guerra Mundial. O que seria muito conveniente para Aragonés, já que, como presenciou uma grande guerra mundial, já terá experiência suficiente para aguentar as grandes guerras que correm dentro da Federação Portuguesa de Futebol. Quando Aragonés começou a carreira de treinador ainda nenhum dos jogadores da nossa selecção era nascido. Estamos perante um verdadeiro dinossauro, grande “connaisseur” de Flamenco e de Gobek Dans, que aprendeu na Turquia.
Luiz Felipe Scolari: Tem no seu currículo um Campeonato do Mundo ao serviço do Brasil e um Campeonato da Europa que entregou de forma brilhante a um conjunto de jogadores gregos que tinham vindo a Portugal apenas para fazer turismo. Gosta de pugilismo, fazendo vibrar as plateias a cada soco aplicado ao adversário. Grande responsável pelas inúmeras bandeiras defeituosas de Portugal vendidas pelas lojas dos chinocas, conseguiu converter Madaíl à Senhora do Caravaggio, que não é nada mais que uma Senhora de Fátima com sotaque brasileiro. Herói para muitos portugueses devido à sua personalidade encantadora, Felipão tem como virtude ser dos poucos treinadores do Mundo capazes de desfazer em pouco tempo grandes equipas construídas pelo Mourinho: primeiro na Selecção e depois no Chelsea. Não é fácil. É visto com frequência a sambar, sendo um expert em dança do ventre, que aprendeu pelas passagens pelo Médio Oriente, e é dono de uma escola de Vira em Porto Alegre.
Manuel Cajuda: Tem um filho que participou nos Morangos com Açúcar, o que significa que não tem capacidade para lidar e formar as camadas mais jovens. Caso fosse seleccionador, o mais certo seria que os jovens mais promissores acabassem a contracenar na Lua Vermelha. O seu currículo não ocupa muito espaço na secretária de Madaíl já que não há muito para preencher, mas tem uma qualidade que o presidente muito aprecia: é um pedinchão de primeira. Passou muitos anos a tentar arranjar lugar no Benfica e agora tenta um lugar na Selecção. Cajuda e Madaíl fariam uma dupla terrível: um a pedinchar e outro a mendigar. Poderíamos não nos apurarmos para o Europeu, mas os cofres da Federação haveriam de ficar bem recheados. Tem o Corridinho no sangue, o que o leva a correr de um clube para outro muito rapidamente, servindo-se dos conhecimentos obtidos no Médio Oriente para aprender a Dança das Espadas, que muito jeito lhe dará caso seja o escolhido.
Manuel José: O “Faraó” já venceu mais Ligas dos Campeões que o Mourinho. Tudo bem que foi em África mas currículo é currículo. Tem um ódio de estimação por Pinto da Costa, o que o torna muito parecido com Scolari. Quando fala do futebol em Portugal, Manuel José costuma ser uma espécie de Rui Santos, só que mais crítico e sarcástico. Foi seleccionador de Angola, o que lhe conferiu capacidade e experiência para treinar selecções de países em vias de desenvolvimento, tal como Portugal. E como conseguiu colocar o Mantorras a jogar pela selecção, pode ser que faça o mesmo com o CR7 na selecção portuguesa. Passou muitos anos perto das Pirâmides do Egipto e pode em breve conviver de muito perto com outra pirâmide bastante deteriorada: a pirâmide da estrutura da Federação. Mas as pirâmides do Egipto parecem bem mais seguras e o cheiro a podre não é tão intenso. Dança a Cana Verde como um menino e sempre que insulta alguém vê o seu corpo ganhar vida própria e desata a dançar Zaar, que aprendeu no Egipto, para afastar os maus espíritos. Além disso, não perde uma oportunidade de passar na Amadora para matar saudades da Kizomba.
Paulo Bento: Veio de Espanha a falar com aquela musiquinha bastante ridícula que me faz lembrar o Paulo Futre. E como apregoa tanto a tranquilidade, tenho medo que adormeça de vez os jogadores da Selecção. Por outro lado, se Paulo Bento for o escolhido, teremos um seleccionador com um penteado fantástico, bastante moderno e que atrairá certamente muitos patrocinadores. Tem fama de “sargentão”, à boa maneira de Scolari, o que fará as delícias de Madaíl. Porém, a verdade é que, até hoje, Paulo Bento só treinou o Sporting. Se treinar um clube dessa dimensão já chega para se ser seleccionador, então o Pedro Caixinha também pode enviar o currículo para a Federação. Está habituado a ficar em 2º lugar, o que até dava jeito nesta fase de grupos. Dança agradavelmente bem a Chula e dizem que se tornou grande fã do Funaná. quarta-feira, 8 de setembro de 2010
1, 2, 3, Diga lá outra vez...
terça-feira, 7 de setembro de 2010
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Imaginação fértil...
sábado, 14 de agosto de 2010
Será o vulcão da Islândia? Não! São os churrascos em Portugal...
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
Não tive tempo...

domingo, 1 de agosto de 2010
Uma escola para cada um...
terça-feira, 20 de julho de 2010
O ponto G...(de Garabulha)...
sábado, 17 de julho de 2010
O preço da fama...

sexta-feira, 9 de julho de 2010
Eyes wide shut...
terça-feira, 29 de junho de 2010
E depois do adeus...

segunda-feira, 28 de junho de 2010
Salvem o burro!
sexta-feira, 25 de junho de 2010
Amigos, amigos...

segunda-feira, 21 de junho de 2010
Chuta Meireles!!!

quinta-feira, 17 de junho de 2010
As "vuzuzelas"...
Há muita coisa que me preocupa neste vídeo com apenas 2 minutos e 24 segundos. Em primeiro lugar, dá para perceber que os deputados falam da crise económica e dos "assaltos" que nos irão fazer como se estivessem a falar numa esplanada com os amigos. Depois, temos um deputado na Assembleia com o sobrenome Pureza... Pureza num deputado? É algo que não combina. Há determinadas qualidades que estão vedadas aos políticas derivado à sua condição profissional. Pureza e Seriedade só se conjugam mesmo com os políticos se forem o sobrenome de algum. Em terceiro lugar, temos um Secretário de Estado que só pode ter saído de alguma APPACDM, com todo o respeito pelas pessoas dessa instituição. Além de não saber falar no Hemiciclo sem ser a ler as "cartas de amor" de Sócrates, o homenzinho estava tão nervoso que até os óculos lhe saltam do nariz. Onde é que se desencantam Secretários de Estado deste género? Eu sei e já o disse... Sou acérrimo defensor de que as pessoas com deficiências possam ter os seus empregos e levar a vida o mais normal possível. Mas daí a terem cargos da maior importância no Estado vai uma distância muito grande. Por fim, devo confessar também que era defensor das vuvuzelas. Sempre achei que esses intrumentos dentro dum estádio de futebol são facilmente suportáveis e têm o efeito de não deixarem os jogadores adormecerem em campo. Imaginem como seria o jogo da Selecção sem vuvuzelas... Seria como se estivessemos a ver um episódio do BBC Vida Selvagem sobre a hibernação dos ursos no Inverno. Mas agora com este vídeo tenho de admitir que as vuvuzelas não são assim grande ideia e só nos causam transtorno. O que dirão os nossos conterrâneos europeus ao verem este vídeo em que um Ministro não consegue dizer vuvuzela? Como é possível que esta palavra que anda na boca do Mundo não consiga ser pronunciada por um detentor de altos cargos da Nação? A minha avó tem 87 anos e uma enorme dificuldade em pronunciar "iogurte"... Mas não se engana a dizer vuvuzela! Dizer vuzuzelas??? Uma vez, toda a gente entendia. Duas vezes, toda a gente perdoava... Mas três vezes...!!! Ai, ai, Senhor Ministro...
terça-feira, 15 de junho de 2010
É melhor que nada!
As fotos seguintes ilustram precisamente o que foi este jogo... uma espécie de dança com bailarinos muito fraquinhos. Que venham os coreanos...
Uniao Europeia: bem-me-quer ou mal-me-quer?
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Agricultura cibernética...








